Derrota de Hewitt mantém a 'agonia' australiana

Jejum australiano de títulos da chave masculina completou 32 anos nesta edição do Aberto da Austrália

21 de janeiro de 2008 | 16h23

Depois de uma vitória épica por 3 sets a 2 sobre o cipriota Marcos Baghdatis, o australiano Lleyton Hewitt caiu diante do sérvio Novak Djokovic por 3 sets a 0, com parciais de 7/5, 6/3 e 6/3, na manhã desta segunda-feira (horário de Brasília), no Aberto da Austrália. Com a derrota, Hewitt não conseguiu, mais uma vez, quebrar o jejum de vitórias de tenistas australianos no Aberto da Austrália, que perdura por 32 anos, já que o último australiano a vencer foi Mark Edmondson, que venceu o compatriota John Newcombe por 3 sets a 1, com parciais de 6/7, 6/3, 7/6 e 6/1. Finalista em 2005, Hewitt parecia conformado com a continuação do jejum australiano. "As coisas são assim. Eu joguei o que podia, mas não consegui. Hoje, ele [Djokovic] estava impecável", disse o tenista, que não quis colocar a culpa de sua derrota na partida anterior, quando precisou de mais de quatro horas para vencer Baghdatis. "Eu não me senti tal mal assim dentro de quadra, mas é claro que eu não estava tão preparado quanto gostaria de estar", disse Hewitt, que lamentou a derrota apertada no primeiro set. "Se eu tivesse acertado algumas bolas e vencido o primeiro set, certamente a história poderia ter sido diferente."

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