Divulgação
Divulgação

Diretor de Roland Garros minimiza atraso por chuva

'Não será catastrófico,' diz Guy Forget

Estadão Conteúdo

30 de maio de 2016 | 14h56

Responsável pela organização de Roland Garros, Guy Forget minimizou nesta segunda-feira os atrasos na programação do Grand Slam francês em razão do mau tempo. Por causa da chuva, a rodada inteira do dia, que contava com jogos do sérvio Novak Djokovic e da norte-americana Serena Williams, precisou ser adiada. Há previsão de mais chuva para esta terça-feira.

Forget afirmou que a paralisação dos jogos é "problemática", porém "não será catastrófica". Confiante, ele disse que as interrupções na programação, verificadas desde o primeiro dia de disputa, não impedirá que o torneio seja finalizado no tempo previsto.

"Amanhã o tempo deverá estar melhor, há motivos para ser otimista. Roland Garros não é o primeiro torneio a ser afetado pelo mau tempo. Em dois dias, estaremos novamente na programação certa", projetou Forget.

O diretor do torneio avisou que, para compensar os atrasos, a programação nas quadras do complexo começarão mais cedo nos próximos dias. "Vamos iniciar mais cedo, para acelerar as coisas. Também vamos usar quadras extras", afirmou, sem negar a possibilidade de adiar a final masculina, em caso de mais tempo ruim.

"Em caso de extrema urgência, alguns jogadores terão que jogar dois dias seguidos. E, se o tempo nos forçar, vamos mudar a final para segunda-feira? É possível. Não queremos isso, seria o pior cenário. Mas temos o know-how para isso", declarou Forget.

Na chave masculina, esta segunda-feira era dia da segunda metade dos jogos das oitavas de final, com os duelos David Goffin x Ernests Gulbis, Novak Djokovic x Roberto Bautista Agut, Marcel Granollers x Dominic Thiem e David Ferrer x Tomas Berdych. No feminino, a situação é a mesma e ainda havia dois jogos de domingo por terminar, sem falar no duelo entre a número 1 do mundo Serena Williams e a ucraniana Elina Svitolina, que deveria acontecer nesta segunda.

TETO RETRÁTIL

 Único dos quatro Grand Slams sem uma quadra com teto retrátil, Roland Garros deve ganhar "cobertura" em 2020, segundo previsão dos organizadores. Forget admitiu nesta segunda que esta é uma demanda antiga dos jogadores e do circuito profissional e avisou que o processo de reformar da quadra central, a Philippe Chatrier, já está em curso.

"É um longo processo, mas agora é urgente. O público não pode ser penalizado, assim como os jogadores", admitiu o diretor do torneio. "A quadra está sendo renovada e o teto é a última peça do quebra-cabeça. Agora as quadras cobertas se tornaram padrão nos torneios de Grand Slam e nós ainda não temos", lamentou Forget.

Notícias relacionadas

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.