Clive Brunskill/AFP
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Após vencer US Open, Djokovic fica no topo do ranking até o fim do ano

Sérvio abriu 7 mil pontos de vantagem à frente de Roger Federer

Estadão Conteúdo

14 de setembro de 2015 | 15h33

Na esteira das comemorações pelo bicampeonato do US Open, Novak Djokovic pôde celebrar nova conquista nesta segunda-feira. Com a pontuação obtida em Nova York, o tenista sérvio garantiu o topo do ranking até o fim do ano, feito que alcançará pela quarta vez na carreira.

"É uma sensação fantástica saber que eu vou terminar o ano como número 1 de novo. Deixa a minha mente relaxada. É por isso que estamos lutando desde 1º de janeiro", disse o sérvio, após conquistar seu 10º título de Grand Slam da carreira - o terceiro na mesma temporada.

Ao levantar o troféu pela segunda vez em Nova York - venceu o US Open também em 2011 -, Djokovic rompeu a barreira dos 16 mil pontos no ranking da ATP. Com seus 16.145 pontos, abriu 7 mil de vantagem sobre o segundo colocado, o suíço Roger Federer (9.405), seu rival na final de domingo, nos Estados Unidos. O escocês Andy Murray, em terceiro, tem 8.660 pontos.

Aos 28 anos, o tenista da Sérvia terminará a temporada como número 1 do mundo pela quarta vez, a terceira consecutiva. Fez o mesmo 2011, 2012 e 2014. Somente outros cinco atletas alcançaram este feito na era aberta do tênis (o ranking é computado desde 1973).

O norte-americano Pete Sampras lidera a lista, por terminar seis temporadas como número 1. O também americano Jimmy Connors e o próprio Federer finalizaram na liderança por cinco vezes. O checo Ivan Lendl e o americano John McEnroe têm o mesmo número de Djokovic: 4.

Com a garantia de encerrar a temporada no topo, o sérvio também soma novas conquistas. Ele já sabe que vai superar McEnroe na lista de jogadores que mais lideraram o ranking. Até agora, Djokovic ocupou a primeira colocação por 164 semanas. No dia 2 de novembro, atingirá a marca de 171, superando as 170 do americano.

O sérvio se tornará, assim, o quinto mais longevo na ponta do ranking. Federer lidera com folga, com 302 semanas. Sampras tem 286, Lendl soma 270 e Connors acumula 268 semanas. Destes apenas o suíço ainda está em atividade e, portanto, ainda pode ampliar sua marca recorde.

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