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Djokovic é recebido por fãs em Dubai e inicia preparação para 1º torneio do ano

Sérvio se aproxima de estreia após ser deportado da Austrália por não ter tomado a vacina contra o novo coronavírus

Redação, Estadão Conteúdo

17 de fevereiro de 2022 | 15h54

Novak Djokovic já está em Dubai treinando para o ATP 500, torneio que começa na próxima segunda-feira, dia 21 de fevereiro. O astro sérvio parece estar próximo de voltar às quadras para seu primeiro torneio de 2022, após ser deportado da Austrália por não ter se vacinado contra a covid-19.

O tenista foi recebido de forma calorosa nos Emirados Árabes Unidos, onde visitou uma exposição mundial na cidade de Dubai. Djokovic teve seu nome gritado por fãs e posou para "selfies" antes de iniciar a visita guiada pelo Pavilhão nacional da Sérvia na Expo 2020, que estava sediando um evento da Novak Djokovic Foundation.

"Estou animado para entrar na quadra de tênis na próxima segunda-feira. Honestamente, sinto falta do tênis depois de tudo o que aconteceu", afirmou o tenista quando questionado pela Associated Press.

Recentemente, Djokovic reforçou sua posição de não se vacinar, afirmando que não vai jogar os torneios que exijam comprovante de vacinação, o que é o caso de grandes torneios como Wimbledon, Aberto da França, Indian Wells e Aberto de Miami. O governo de Dubai não exige que os visitantes sejam vacinados para entrar, o que daria passe livre para o sérvio competir no ATP 500.

O chaveamento do ATP 500 ainda não foi divulgado, portanto Djokovic não sabe sua data de estreia e adversário na primeira fase. Pentacampeão em Dubai, sérvio conquistou o título pela última vez em 2020, mas não disputou a última edição da competição. O atleta número 1 do mundo corre o risco de perder este posto no ranking mundial da ATP.

Durante o Aberto da Austrália no último mês, o tenista campeão de 20 torneios Grand Slams foi deportado, após o governo cancelar seu visto por tentar jogar sem estar vacinado. Novak chegou até a receber uma exceção médica da organização do torneio, mas os tribunais australianos acabaram por negar o visto do tenista, que precisou deixar o país.

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