Reprodução/Facebook
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Djokovic visita cidade em que começou a jogar tênis e mostra marcas de guerra

De folga, tenista mostra parede alvejada em montanha na região de Belgrado, na Sérvia

O Estado de S. Paulo

29 de janeiro de 2014 | 17h53

SÃO PAULO - Número 2 do tênis masculino, Novak Djokovic, hoje com 26 anos, coleciona títulos e triunfos na carreira, levando o nome de seu país, a Sérvia, de forma positiva pelo mundo. Nascido em Belgrado, o esportista está na cidade em que cresceu e começou a praticar o esporte e mostra, por meio das redes sociais, as marcas de uma série de conflitos que culminaram na separação do território da Iugoslávia em novos países.

O cenário dos primeiros passos de Djokovic como tenista é a montanha Kopaonik, uma imensidão gelada na região central da Sérvia. Em imagens no Facebook e no Instagram, o jogador mostra a parede onde praticava, alvejada de balas. "Isso é o que sobrou da parede em que eu treinei quando criança com minha primeira técnica Jelena Gencic. Depois de 15 anos eu volto aqui para revisitar minhas memórias de infância. Muito triste que bombas destruíram a maior parte disto."

Djokovic lembra, no entanto, com alegria do tempo que passou na região. "Eu ainda sou feliz e grato por todas as experiências e lições que eu aprendi enquanto crescia nesta montanha". Ele leva a noiva, Jelena Ristic, para conhecer o lugar.

Na última semana, Novak Djokovic disputou o Aberto da Austrália, primeiro Grand Slam da temporada, e surpreendeu ao ser eliminado ainda nas quartas de final. O tenista volta às quadras no final de fevereiro, em torneio ATP 500 em Dubai, nos Emirados Árabes, em que também jogam Roger Federer, Tomas Berdych, Juan Martin Del Potro e Jo Wilfried-Tsonga.

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