Especialistas têm memória curta, diz Roger Federer

Suíço desdenha insinuações de que disputa do Aberto da Austrália pode ser mais dura do que nos últimos anos

Ossian Shine, Reuters

18 de janeiro de 2009 | 14h40

O tenista suíçop Roger Federer, segundo melhor do mundo pelo ranking da ATP, disse neste domingo que os especialistas do tênis têm memória curta e precisam colocar as coisas em perspectiva. Ele busca seu 14.º título de Grand Slam no Aberto da Austrália a partir desta segunda-feira e desdenhou insinuações de que a disputa pode ser mais dura agora do que nos últimos anos de seu domínio. Veja também:Ambicioso, Roger Federer almeja recorde de Sampras"Sei que muitas pessoas vivem dizendo que esta geração de (Andy) Murray, (Novak) Djokovic, e Rafa (Nadal) é mais difícil", disse Federer aos repórteres em Melbourne. "Não acho que está tão mais difícil do que quando eu comecei. Tínhamos (Andre) Agassi, (Andy) Roddick, (Lleyton) Hewitt, (Marat) Safin, (Juan-Carlos) Ferrero, (David) Nalbandian, todos esses caras. Só que parece que a cada dois anos se esquece do que aconteceu dois anos atrás", protestou."Acho que temos tido tênis de alto nível há um bom tempo. Não é de agora que temos quatro grandes jogadores. Acho que eram três antes, mas eram simplesmente nomes diferentes", destacou.

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