Federer bate Wawrinka e vai às semifinais na Austrália

O suíço Roger Federer se manteve na luta para defender o seu título do Aberto da Austrália ao derrotar o compatriota Stanilas Wawrinka por 3 sets a 0, com parciais de 6/1, 6/3 e 6/3, em apenas 1 hora e 46 minutos, garantindo vaga nas semifinais em partida completamente dominada pelo número 2 do mundo e disputada em ritmo de treino.

AE, Agência Estado

25 de janeiro de 2011 | 08h52

Federer, que busca o seu quinto título do Aberto da Austrália, jogou sua 27ª partida seguida de quartas de final em um torneio do Grand Slam. Wawrinka, número 19 do mundo, disputou apenas o seu segundo jogo de quartas de final de um torneio deste nível e encontrou muitas dificuldades.

Com o triunfo no primeiro duelo entre dois suíços nas quartas de final de um Grand Slam, Federer passa a acumular oito vitórias e apenas uma derrota no confronto direto com Wawrinka, que teve apenas uma chance de quebra de serviço na partida desta terça-feira. Já o número 2 do mundo aproveitou cinco das sete oportunidades que teve.

"Obviamente jogo com Stan em muitas ocasiões durante os treinamentos e em partidas. Talvez ele tenha sofrido um pouco para se acostumar com as condições [climáticas]", disse Federer. "Tive que lutar muito e creio que Stan disputou um grande torneio", completou o atual campeão do Aberto da Austrália.

Wawrinka vinha em uma sequência de nove vitórias seguidas, incluindo um triunfo por 3 sets a 0 sobre o norte-americano Andy Roddick, ex-número 1 do mundo, nas oitavas de final do Aberto da Austrália. Agora, Federer vai enfrentar o vencedor do jogo entre o sérvio Novak Djokovic, cabeça de chave número 3, e o checo Tomas Berdych, finalista de Wimbledon.

As últimas duas derrotas de Federer em torneios do Grand Slam foram exatamente para estes tenistas. Ele perdeu para Berdych nas quartas de final de Wimbledon e foi superado por Djokovic nas semifinais do US Open. O suíço, porém, evita falar em revanche e diz que sua preocupação é apenas em se classificar para a final do Aberto da Austrália. "Ganhei deles algumas vezes no final do ano", lembrou.

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