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Federer se diz surpreso com falta de exames antidoping no tênis

Roger Federer acredita que os jogadores de tênis devem ser submetidos a mais testes antidoping para garantir que o esporte não sofra os problemas que têm ocorrido no atletismo.

MARTYN HERMAN, REUTERS

13 de novembro de 2015 | 20h02

O suíço, 17 vezes campeão de Grand Slam, disse que ainda fica surpreso quando ele anda pelas quadras e não é rotineiramente solicitado para fornecer uma amostra de doping. Ele também pediu mais testes fora de competição.

"Eu acho que eles estão tentando seu máximo, mas podemos fazer mais", disse o atleta de 34 anos em uma coletiva de imprensa em Londres, onde será disputado o ATP World Tour Finals a partir de domingo.

"Sempre que você fizer quartas de final de um torneio, quando os pontos são maiores, o dinheiro é maior, você deve saber que vai ser testado. Eu acho que isso seria muito claro."

Federer fez os comentários após um relatório da Agência Mundial Antidoping (Wada), publicado na segunda-feira, afirmar que há uma cultura de doping patrocinada pelo Estado no atletismo da Rússia e que outros esportes também podem ser afetados pelo problema.

O Programa Antidoping no Tênis, introduzido em 1993, é administrado pela Federação Internacional de Tênis (ITF, na sigla em inglês), juntamente com a ATP Tour e a WTA Tour. Desde 2013, ele inclui o Passaporte Biológico do Atleta.

De acordo com dados da ITF, houve 1.439 testes de sangue e urina fora de competição em 2014, de um total 3.529.

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