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Feijão diz que boa fase é fruto de evolução no equilíbrio emocional

'Tenho bola e físico para jogar com qualquer um. Mas a parte psicológica, tenho de buscar a perfeição', diz o 88 do mundo

RONALD LINCOLN JR., Estadão Conteúdo

17 de fevereiro de 2015 | 19h05

O tenista brasileiro João Souza, o "Feijão", atribuiu a boa fase que vive neste início de ano ao aperfeiçoamento do seu equilíbrio mental. Após chegar à semifinal do Brasil Open, em São Paulo, na semana passada, ele obteve sua primeira vitória em um ATP 500, nesta terça-feira, na estreia do Rio Open, sobre o argentino Facundo Arguello.

O argentino havia vencido Feijão nas três vezes em que se enfrentaram, mas, dessa vez, o brasileiro se impôs e ganhou com tranquilidade. "Acho que o Arguello se frustrou um pouco. O Christian (Lindell), que treina comigo, jogou com ele recentemente e me passou dicas. Tentei lembrar dos últimos jogos contra ele, estudei bastante e consegui jogar bem", afirmou Feijão.

Segundo melhor brasileiro no ranking, na 88.ª posição, Feijão revelou que está dando ênfase ao trabalho mental. "Tenho bola e físico para jogar com qualquer um. Mas a parte psicológica a gente tem de melhorar e buscar a perfeição. A gente nunca sabe o nosso limite", considerou. "Estou me encontrando mentalmente. E isso no tênis é fundamental."

Na próxima rodada, Feijão terá de quebrar mais um tabu. O adversário será o eslovaco Blaz Rola, que já venceu o brasileiro também por três vezes. "Espero que também consiga tirar essa inhaca. Ele me ganhou três vezes, então a responsabilidade é dele. Eu vou me divertir e tentar aproveitar o máximo."

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