França decide manter Grand Slam em Roland Garros

A Federação Francesa de Tênis anunciou neste domingo que continuará realizando o Aberto da França, segundo Grand Slam da temporada, em Roland Garros, na capital Paris. A entidade, que cogitava alterar o local da competição, decidiu renovar o tradicional complexo onde o brasileiro Gustavo Kuerten se sagrou campeão por três vezes.

AE, Agência Estado

13 de fevereiro de 2011 | 11h48

A entidade divulgou a decisão após realizar votação entre seus membros, que tinham três propostas para transferir o torneio para outros locais a partir de 2016. As localidades de Versailles, Gonesse e Marne-La-Vallee eram os candidatos a sediar o Grand Slam. No entanto, pesou a necessidade de construir o complexo do zero nestas eventuais sedes.

Dessa forma, a federação decidiu ampliar o complexo de Roland Garros para os próximos anos. O projeto prevê a construção de um teto retrátil na quadra central (Philippe Chatrier) e de uma nova quadra, com capacidade de 8 mil torcedores.

O orçamento para as reformas em Roland Garros está estimado em 250 milhões de euros (cerca de R$ 564 milhões), enquanto o custo para erguer um novo complexo em outro local variaria entre 470 milhões e 800 milhões de euros.

Com 82 anos de existência, Roland Garros é o menor complexo entre os quatro torneios de Grand Slam do circuito profissional. Torcedores e jogadores costumam reclamar da dificuldade de deslocamento nos estreitos corredores da sede e da baixa capacidade de suas arquibancadas.

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