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Guga dá show para crianças no México

De volta à condição de número 1 do mundo, Gustavo Kuerten é o grande astro do Aberto do México (da série ATP Tour), o torneio mais rico da América Latina, com US$ 800 mil em prêmios. Guga só estréia nesta quarta-feira, diante do espanhol Felix Mantilla, 112.º do ranking, que já esteve entre os dez primeiros do mundo. Na oitava edição, este ano o Aberto do México trocou a altitude da capital federal por Acapulco, no litoral. Os jogos são disputados em um resort seis-estrelas, com mil apartamentos, oito restaurantes, dez piscinas e diárias a partir de US$ 350. Nesse ambiente luxuoso, Guga foi, hoje, o astro do Dia das Crianças. Deu autógrafos, sorteou raquetes e respondeu a perguntas, como a de uma menina que queria saber se ele tinha namorada. Disse que não e comentou que gostaria de encontrar uma no México. Depois, fez o primeiro treino em Acapulco, com o parceiro de duplas Don Johnson. O brasileiro está numa semana importante, pois defende 175 pontos do título de Santiago, conquistado em 2000, e luta com o russo Marat Safin pela liderança do ranking. Safin estreou com vitória em Dubai (US$ 1 milhão em prêmios), ao marcar 7/5 e 6/2 no alemão David Prinosil. Asa negra ? O adversário de Guga, amanhã, é um velho conhecido. Foi Mantilla quem ?carimbou? a faixa de campeão de Roland Garros de 1997. Logo depois do título em Paris, Guga, que parecia estar exausto após três semanas de jogos, perdeu a final em Bolonha para o espanhol. O tira-teima poderia ter sido em Stuttgart, também em 97. Mas Guga sentiu dor nas costelas e entregou o jogo. No terceiro encontro, em quadras sintéticas, em Long Island, Mantilla voltou a vencer. Só perdeu em 99, em Montecarlo, quando Guga foi campeão. No aeroporto - Guga está ainda sem entender o mal entendido no aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires. Ao deixar a Argentina, junto com equipe e família, a assessoria de imprensa do jogador informou que ele retirou seu cartão de embarque até São Paulo e foi para a sala de espera, enquanto o técnico Larri Passos esperava pela emissão de cartões de embarque até o destino final, passando por São Paulo, Cidade do México e Acapulco. Houve uma cobrança de US$ 18 por pessoa de taxa de permanência, com a qual o técnico Passos, por desconhecer, exigiu um recibo para reembolso. "Não sei como falaram que o Guga fez escândalo se sequer estava no balcão, pois já tinha ido para a sala de espera", afirmou Diana Gabanyi, da assessoria de imprensa.

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