Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Guga é homenageado pela ATP como ex-líder do ranking mundial

Brasileiro é um dos 16 tenistas que terminaram uma temporada na ponta da lista

NATHALIA GARCIA, Agência Estado

30 de julho de 2013 | 13h36

SÃO PAULO -

"Vejo que a ATP está cada vez mais redonda, acho que esse tipo de iniciativa (o ATP Heritage) é fundamental porque o histórico do tênis continua em evidência", disse Guga, que hoje vê um cenário mais favorável aos tenistas do que na sua época de número 1 do mundo.

"Hoje (a ATP) dá uma condição melhor para que o Djokovic fique mais três anos ou quatro anos na ponta. É bem possível que isso aconteça. Ele já pode mirar um recorde que é do Federer, do Nadal", disse Kuerten, para mais tarde acrescentar: "Hoje há uma possibilidade maior de eles conseguirem se aproximar de recordes e feitos, ser número 1 do mundo porque o circuito está mais homogêneo, as quadras são similares, a chance de o melhor vencer é mais constante."

Guga ainda lembrou que um maior número de torneios da temporada eram disputados com jogos decididos em uma melhor de cinco sets, fato comum hoje apenas no Aberto da Austrália, em Roland Garros, em Wimbledon e no US Open, os quatro eventos de Grand Slam do circuito profissional.

"Na época em que eu jogava foi bem difícil porque a ATP começou a aumentar o volume de frequência dos jogadores e diversos torneios tinham partidas de cinco sets, com as quadras e as bolas mudando, provocando uma incrível exigência. O Nadal estava falando uns tempos atrás que a ATP está exigindo mais. Na minha época jogava cinco sets no domingo e na terça-feira já estava jogando de novo. E não tinha cabeça de chave (que se classificava direto para a segunda rodada sem precisar atuar na primeira), jogava direto, peguei o auge do 'furacão'", ressaltou Guga.

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