Guga: entre a glória e a dor

Noite de quarta-feira, Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis, quase vazio. De repente, um Jeep Cherokee de cor preta, insulfilm nas janelas, placas MFI 0550, estaciona. Gustavo Kuerten, vestindo moleton e tênis, desce rapidamente e começa a descarregar ele próprio suas malas de roupas e raquetes do porta-malas. O técnico Larri Passos o ajuda. No dorso da mão direita dá para ver que fez a tatuagem de um sol. E nos ombros, em vez do violão, carrega um baixo elétrico. Leia mais no Jornal da Tarde

Agencia Estado,

25 Agosto 2002 | 09h30

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