Henin e Safin são indicados ao Hall da Fama do tênis

A belga Justine Henin e o russo Marat Safin estão entre os indicados ao Hall da Fama do tênis, anunciou a organização nesta sexta-feira. A votação será realizada nos próximos meses por ex-jogadores e jornalistas e os escolhidos serão conhecidos no dia 1º de julho.

Estadão Conteúdo

23 de outubro de 2015 | 16h26

Henin e Safin se destacaram no circuito tanto pelos títulos de Grand Slam quanto por alcançarem o topo dos rankings da WTA e da ATP, respectivamente. A belga teve maior brilho ao acumular sete troféus de Slam - só não venceu em Wimbledon - e passar 117 semanas na posição de número 1 do mundo. Ela deixou o circuito em 2011 após tentar voltar de uma aposentadoria precoce, em 2008.

Safin faturou dois títulos de Grand Slam: o US Open de 2000 e o Aberto da Austrália de 2005. Por coincidência, precisou derrotar tenistas da casa nas duas finais para se sagrar campeão. Bateu Pete Sampras em Nova York e Lleyton Hewitt em Melbourne. No ranking, ocupou o primeiro posto durante sete semanas.

Além da dupla, foram indicados a checa Helena Sukova, o francês Yvon Petra e a britânica Margaret Scriven. Sukova obteve nada menos que 14 títulos de Grand Slam nas duplas, incluindo as mistas. Petra e Scriven receberam indicações in memoriam. Petra morreu em 1984 e foi o último francês a vencer Wimbledon, em 1946. Scriven faleceu em 2001.

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