Já em clima olímpico, Rogerinho festeja boa fase e retorno à Copa Davis

A temporada 2016 deve ficar marcada na carreira do tenista brasileiro Rogério Dutra Silva. Há pouco mais de um ano, em junho de 2015, ele aparecia na 533ª posição do ranking da ATP, não era chamado para os confrontos da Copa Davis e a Olimpíada era um sonho praticamente inexistente.

Estadão Conteúdo

13 de julho de 2016 | 18h42

Nos últimos meses, porém, Rogerinho deixou para trás os problemas físicos e iniciou forte reação. Obteve seu melhor ranking da carreira - o 82º -, voltou ao time da Davis e conquistou uma inesperada vaga olímpica. "2016 está sendo um ano muito especial para mim", afirma o número 2 do Brasil em simples.

"Tudo é uma continuidade do trabalho. Voltei com força total no final do ano passado, atingi meu melhor ranking, voltei para a Copa Davis e vou participar da minha primeira Olimpíada. Estou vivendo um momento sem precedentes", comemora o tenista de 32 anos, atual número 90 do mundo.

Seu retorno à Copa Davis vai acontecer no fim de semana. Ele jogará as partidas de simples, assim como Thomaz Bellucci, no confronto com o Equador, pelo Zonal Americano I, em Belo Horizonte. Ele não competia pela equipe brasileira desde 2014.

"É muito bom estar de volta. A Copa Davis é uma competição muito importante para mim e estou sempre à disposição para representar o Brasil. Estamos focados e unidos para fazer um bom confronto aqui em Belo Horizonte", diz Rogerinho. O duelo na Davis será a última competição do brasileiro antes dos Jogos do Rio-2016, que terá início no dia 5 de agosto.

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