Luso-brasileiro que roubou relógio de Nadal é condenado a 6 meses de prisão

PARIS - O homem detido por roubar o relógio do tenista espanhol Rafael Nadal, avaliado em 300 mil euros, foi condenado a seis meses de prisão, informou nesta sexta-feira o jornal Le Parisien.

EFE

15 de junho de 2012 | 09h41

Um tribunal de Paris impôs, além disso, uma multa simbólica de 1 euro a Christian A., de origem luso-brasileira. Ele era funcionário do hotel onde Nadal se hospedou durante o último Roland Garros, e confessou ter roubado o relógio na segunda-feira passada, noite da vitória do espanhol no torneio.

A multa está muito abaixo dos 5 mil euros reivindicados pela parte civil por "dano moral e comercial", indicou o jornal.

Após a denúncia interposta pelo tenista na manhã posterior ao roubo, a polícia judiciária realizou a investigação e deteve o garçom, que foi descoberto graças à chave magnética com a qual entrou no quarto de Nadal.

O luso-brasileiro não demorou a confessar seu furto e a levar a polícia ao local onde tinha escondido o relógio.

"Esse relógio poderia ter mudado minha vida. Queria guardá-lo porque teria me trazido sorte", declarou o acusado.

A direção do hotel descreveu o funcionário como alguém "sério e que jamais tinha dado problemas".

O detido era, segundo o Le Parisien, uma pessoa bem integrada na França, mas depressiva, que tinha passado uma infância difícil após ser abandonado junto com sua irmã quando eram crianças.

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