Adam Hunger/Reuters
Adam Hunger/Reuters

Murray agora pode se tornar 'Sir Andy'

Primeiro-ministro David Cameron defende que escocês receba o título de nobreza

O Estado de S. Paulo

09 de julho de 2013 | 08h30

LONDRES - Andy Murray dormiu apenas 90 minutos após a conquista do título de Wimbledon, que entrou para a história do tênis britânico – deu fim a um jejum de 77 anos do Reino Unido no torneio.

Para se ter uma ideia da dimensão do feito, o premiê David Cameron defende que o tenista seja sagrado "Sir". As chances de o escocês receber essa distinção são consideráveis – o ciclista Bradley Wiggins conseguiu o título nobiliárquico após vencer a Volta da França e conquistar o ouro olímpico no ano passado.

"Provavelmente isso será sugerido porque faz tanto tempo que estão esperando por esse título, mas não sei se o que fiz me dá méritos para isso."

Sempre comedido e modesto, Murray foi um pouco mais assertivo apenas ao comentar sobre o ranking. Ele continua na segunda posição, a quase mil pontos de distância do líder, Novak Djokovic, que foi batido na decisão do Grand Slam inglês.

"É duro, porque venci dois Grand Slams, fui finalista de um outro e conquistei o ouro olímpico e não estou nada perto do número um. Não sei o motivo disso. Talvez eu precise ser mais consistente nos outros torneios e claro que ficar de fora do Aberto da França não me ajudou. Mas prefiro não ser o número um e vencer mais Grand Slams do que não vencer mais Grand Slams e conseguir o número um."

Por falar em ranking, Roger Federer aparece em quinto hoje. Há dez anos ele não ficava fora do grupo dos quatro melhores do mundo. Hoje, Thomaz Bellucci enfrenta o checo Lukas Rosol no ATP de Stuttgart, no saibro.

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