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Murray diz que derrota na final de 2010 doeu mais

Apesar de ter sido arrasado pelo sérvio Novak Djokovic na decisão do Aberto da Austrália, Andy Murray afirmou que não se sentiu tão derrotado quanto na final do ano passado do Grand Slam. Na ocasião, o britânico chorou copiosamente ao perder para o suíço Roger Federer por 3 a 0, num jogo em que impôs até mais resistência ao rival do que neste domingo.

AE, Agência Estado

30 de janeiro de 2011 | 11h08

"Estou melhor que no ano passado. É decepcionante, eu sei, mas Novak jogou de forma incrível", disse Murray, que caiu por 6/4, 6/2 e 6/3 diante do sérvio. "Novak jogou uma grande partida e cometeu poucos erros", completou, mostrando conformismo.

O britânico perdeu a terceira final de Grand Slam de sua carreira - antes das duas seguidas no Aberto da Austrália, ele havia sido superado na decisão do Aberto dos Estados Unidos de 2008, novamente por Roger Federer. "É claro que preferia ganhar uma do que perder três (decisões)", lamentou.

Claramente desconcentrado, Murray abusou dos erros e reconheceu que não conseguiu jogar seu melhor tênis contra Djokovic. "Você sempre tem que tentar voltar ao jogo. Quando conseguia ficar em vantagem em alguns games, ele sempre me neutralizava. (Djokovic) Fez golpes incríveis", explicou.

Quinto colocado do ranking mundial, o britânico disse que não chegou a sentir na decisão as dores musculares que o acometeram após a vitória sobre o espanhol David Ferrer na semifinal, na sexta-feira. "O jogo foi muito longo (3 horas e 49 minutos) e difícil, mas hoje (domingo) me sentia bem. Numa final de Grand Slam, a adrenalina ajuda. Não foi esse o motivo pelo qual perdi", admitiu.

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