Na elite da Davis, brasileiros exibem confiança

Soberano, o Brasil não deu chance para a Rússia, cravou 5 a 0 e conquistou a tão sonhada vaga no Grupo Mundial da Copa Davis de 2013 depois de nove anos de espera. Mas esse foi só o primeiro passo e o que vem pela frente é ainda mais desafiador.

NATHALIA GARCIA, Agência Estado

16 de setembro de 2012 | 21h49

O adversário do País na primeira divisão do torneio só será conhecido na próxima quarta-feira, às 7 horas, em um sorteio que pode colocar Espanha, República Checa, Croácia, Áustria, Sérvia, Estados Unidos, Argentina ou França no caminho brasileiro.

Para o capitão do time nacional, João Zwetsch, agora começa uma nova etapa. "Vamos lutar para tentar se manter na elite e eventualmente crescer (na competição). E, dentro das nossas possibilidades, tentar um ou outro resultado mais expressivo", afirmou.

Thomaz Bellucci reconhece que o grupo ainda precisa evoluir para sonhar com o título, mas aponta que há chance de surpreender. "Ainda não temos time para ganhar dos grandes. Mas, como a gente demonstrou ao quase ganhar da Rússia fora de casa, podemos jogar de igual para igual com qualquer um", disse.

Os outros tenistas brasileiros também mostram confiança e enxergam um futuro promissor para a equipe. O duplista Marcelo Melo acredita que o País tem boas chances de fazer belas atuações no Grupo Mundial. "Em momento nenhum eu acredito que nós só vamos lutar para se manter (na elite da Davis)", enfatizou.

O grupo nega ter preferência por algum rival, mas concorda que a melhor opção será atuar em casa. "Jogando em casa, você tem o apoio da torcida, tem as quadras de saibro, onde eu tenho meus melhores resultados. Então, eu sempre prefiro jogar dentro de casa", comentou Bellucci.

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