Não precisei de ajuda, garante Puerta

O tenista argentino Mariano Puertaafirmou que não necessitou de ajuda para conseguir o queconseguiu, após ter sido suspenso por oito anos devido a um exameantidoping seu que acusou a presença de substâncias proibidas. "Cheguei a Roland Garros ranqueado como número três do mundopela minha atuação desde 1º de janeiro, na ponta dos cascos", assegurouPuerta em carta enviada ao jornal La Nación e publicada hoje. O atleta deu positivo no exame antidoping feito após a decisãodo torneio, em 5 de junho, quando foi derrotado pelo espanhol RafaelNadal. A partir daí passou a vigorar a sanção imposta pelo Tribunalda Federação Internacional de Tênis (FIT), de acordo com o códigoestabelecido pela Agência Mundial Antidoping (AMA). Puerta esclareceu que nas duas sentenças ditadas pelo tribunal"os juízes reconheceram que as substâncias proibidas foramingeridas de forma acidental e sem prejudicar seus adversários, pelo tempotranscorrido desde a incorporação do remédio" à saúde do atleta. Desta maneira, Porta respondeu a especialistas e jornalistas,que ontem opinaram e analisaram seu caso de forma pública na Argentina. "Julgam minha honra sem conhecer fatos comprovados", ratificou.Puerta já tinha sido suspenso por nove meses em 2004 por consumo da substância clenbuterol, e agora dispõe de três semanas paraapelar contra a sentença do Tribunal Internacional.

Agencia Estado,

24 de dezembro de 2005 | 14h37

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