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Oposição à CBT tenta outra tática

Esquecer um pouco as ações na Justiça e mobilizar uma chapa para concorrer à eleição da presidência da Confederação Brasileira de Tênis (CBT). Essa é a estratégia da oposição, encabeçada por Jorge Rosa, presidente da Federação Catarinense. O mandato do presidente Nelson Natás, na CBT, termina em dezembro.Na sexta-feira, a oposição sofreu um duro revés com a decisão do juiz da 1ª Vara Cível de São Paulo, Trazíbulo José Ferreira da Silva, que julgou improcedente a ação da oposição que questionava as prestações de contas da CBT de 1999 a 2002, os estatutos, além de solicitar a realização da assembléia de prestação de contas de 2003."Estivemos com esse juiz na quinta-feira da outra semana. O processo (00.03.152317-0) tem 1.200 folhas, seis volumes. É impossível que em tão pouco tempo ele tenha feito esse julgamento. É no mínimo preocupante", dizia Jorge Rosa, sexta-feira à noite, por telefone, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, onde está sendo disputado o Pantanal Tennis Open, torneio masculino e feminino de US$ 20 mil em premiação."A decisão é contrária aos autos do processo", diz Rosa. "O julgamento é em primeira instância, temos 15 dias para recorrer. Mas são por decisões como essas que o esporte brasileiro está nessa situação. A CBT está repleta de irregularidades. Anexamos o relatório do Tribunal de Contas da União, que constatou desvios de verba. E ainda correm contra um processo criminal e outro na Polícia Federal." Por também discordar da administração da CBT, o tenista Gustavo Kuerten liderou um boicote dos melhores do País à Copa Davis. Jogando com novatos, o Brasil caiu para a terceira divisão do torneio.

Agencia Estado,

10 de outubro de 2004 | 10h42

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