Sebastião Moreira/EFE
Sebastião Moreira/EFE

Organização leva vaias em premiação do Brasil Open

Em ginásio com lotação máxima e sem lugar marcado, os torcedores se amontoaram para ver a final

Amanda Romanelli e Nathalia Garcia, O Estado de S. Paulo

17 de fevereiro de 2013 | 15h51

SÃO PAULO - As pessoas que foram ao Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, para acompanhar a final do Brasil Open entre Rafael Nadal e David Nalbandian voltaram a encontrar problemas neste domingo. Insatisfeito, o público não perdoou a organização e vaiou Luis Felipe Tavares, presidente da empresa Koch Tavares, durante a premiação do torneio.

Em ginásio com lotação máxima e sem lugar marcado, os torcedores se penduraram atrás dos portões, ocuparam as escadas e até mesmo a área reservada para a imprensa. E tudo isso tendo pago um alto valor para acompanhar a decisão; os ingressos custaram R$ 300 para o anel inferior e R$ 150 para o superior.

Quem ficou em uma grande saia justa foi o tenista espanhol - que conquistou seu primeiro título na volta às quadras - sem entender o que acontecia no momento em que recebia o troféu de campeão.

Essa não foi a única manifestação da torcida. O ex-jogador de futebol Ronaldo e o lutador de MMA Anderson Silva chegaram ao ginásio na metade do segundo set e foram recebidos com aplausos e gritos. O alvoroço foi tão grande que a partida só teve continuidade quando os astros ocuparam seus lugares próximos à quadra.

O comportamento dos fãs ainda atrapalhou o andamento da partida mais de uma vez e o árbitro de cadeira teve de pedir silêncio repetidas vezes. Assobios fora de hora e uso de flashs na hora de tirar fotografia também foram repreendidos.

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