Kim Kyung-Hoon/Reuters
Kim Kyung-Hoon/Reuters

Osaka e Kvitova vencem e decidem o Aberto da Austrália; campeã será nova número 1

Primeiro Grand Slam da temporada terá no sábado uma campeã inédita

Redação, Estadão Conteúdo

24 de janeiro de 2019 | 09h09

Uma campeã inédita em um jogo que valerá também o posto de número 1 do mundo. Assim será o confronto entre a japonesa Naomi Osaka e a checa Petra Kvitova pela final do Aberto da Austrália, o primeiro Grand Slam da temporada. Nesta quinta-feira, em Melbourne, as duas se classificaram à decisão de forma distintas nas semifinais. A tenista oriental teve trabalho para bater a também checa Karolina Pliskova e a europeia passeou contra a norte-americana Danielle Collins.

Osaka segue imbatível em Grand Slams. Atual campeã do US Open, em Nova York, a japonesa conseguiu a sua 13.ª vitória seguida em Majors ao derrotar Pliskova por 2 sets a 1 - com parciais de 6/2, 4/6 e 6/4, após 1 hora e 53 minutos. E buscará um feito no tênis que não acontece desde 2001, quando a compatriota Jennifer Capriati foi a última a vencer seu segundo Slam logo na sequência da primeira conquista.

Só que Osaka terá um grande desafio pela frente neste sábado. Ela vai encarar uma tenista que ainda não perdeu um set sequer na competição. Kvitova ganhou de Collins por 2 sets a 0 - com parciais de 7/6 (7/2) e 6/2, em 1 hora e 34 minutos - e volta a uma final de Grand Slam após quatro anos e meio. Será a terceira de sua carreira, depois de ganhar os títulos de Wimbledon em 2011 e 2014.

A checa se emocionou ao lembrar do drama vivido há pouco mais de dois anos, quando correu o risco de parar de jogar tênis depois de sofrer graves ferimentos por faca na mão esquerda durante um assalto em sua casa na República Checa. "Eu ainda não estou acreditando que estou na final. É meio estranho, para ser honesta, porque eu não sabia nem mesmo se jogaria tênis de novo", disse Kvitova.

"Já faz cinco anos (desde a sua final de Grand Slam mais recente). Mas é por isso que eu trabalhei muito duro para estar de volta. É uma ótima sensação e estou muito feliz", comentou. "Para ser honesta, acho que poucas pessoas acreditavam que eu poderia fazer isso de novo, ficar em quadra, e não apenas jogar tênis, mas jogar nesse nível. Estou muito feliz por ter essas poucas pessoas ao meu redor", complementou.

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