Cristiano Andujar/Foto Arena/Divulgação
Cristiano Andujar/Foto Arena/Divulgação

Pego no antidoping, tenista brasileiro leva três anos e nove meses de gancho

Yuri Andrade, de 22 anos, testou positivo para duas substâncias antes do Challenger de São Paulo, em abril de 2016

Estadão Conteúdo

08 de junho de 2017 | 17h26

A Federação de Tênis Internacional (ITF, na sigla em inglês) anunciou nesta quinta-feira a suspensão por três anos e nove meses do brasileiro Yuri Andrade. O tenista de 22 anos foi julgado por uso de doping, após testar positivo em exame realizado no ano passado, e por isso ficará afastado do esporte até 2020.

De acordo com comunicado divulgado pela ITF, Yuri foi flagrado por uso de duas substâncias proibidas após teste realizado às vésperas do Challenger de São Paulo, no dia 16 de abril de 2016. Na análise da amostra, foram identificados traços de methandienone e clenbuterol no corpo do jogador.

"No dia 3 de junho de 2016, o Sr. Andrade foi acusado por infringir o regulamento antidoping e provisoriamente suspenso, com efeito a partir do dia 13 de junho de 2016", explicou a ITF. Ainda segundo a entidade, o brasileiro "não foi capaz de provar que a violação da lei antidoping aconteceu de forma não intencional".

Yuri tem curta carreira como profissional, teve como melhor colocação no ranking um 1297.º lugar, em 2014, e lutava por espaço no circuito da ATP nos torneios de Futures e Challengers. Por causa da punição, no entanto, ficará afastado do tênis até 12 de março de 2020.

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