Fabio Motta/Estadão
Fabio Motta/Estadão

Por calor e maior público, Rio Open prevê jogos mais tarde em 2015

Diretor revela que competição atendeu as expectativas, mas mudanças devem ser feitas para o próximo ano

Marcio Dolzan, Agência Estado

24 de fevereiro de 2014 | 13h48

RIO - A primeira edição do Rio Open, maior competição de tênis da América do Sul, encerrou neste domingo com um balanço positivo. Ao menos essa é a avaliação de Luiz Carvalho, diretor do torneio que contou com R$ 25 milhões em investimento e distribuiu R$ 3 milhões em prêmios no masculino e outros R$ 500 mil no feminino.

"A gente tinha o objetivo de agradar quatro públicos, e acho que conseguimos agradar todos: a imprensa, o público em geral, os patrocinadores e os jogadores", afirmou Carvalho. "Estamos bem felizes para um primeiro ano."

Lui, como é conhecido, considera que serão precisos apenas alguns ajustes para a próxima edição, que acontecerá entre 14 e 22 de fevereiro de 2015, em meio ao período de Carnaval.

"A estrutura de quadras e arquibancada ficou ideal para este primeiro ano, talvez a gente possa crescer um pouquinho e ter mais ingressos à venda. Ajuste de programação a gente pode fazer, para ter alguns jogos um pouco mais tarde e fugir um pouco do calor, sem contar que é difícil lotar uma arquibancada durante o dia", considerou.

A competição, que contou com 125 partidas desde o qualifying, envolveu o trabalho de 500 pessoas entre organização, produção e trabalho de quadra. O Rio Open foi transmitido para 105 países e contou com 350 jornalistas credenciados. De acordo com a organização, mais de 58 mil ingressos foram vendidos.

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