?Protegido?, Guga se livra do qualifying

Fora dos torneios desde setembro do ano passado, Gustavo Kuerten ganhou o ranking de proteção da ATP - recurso para jogadores bem colocados que ficam mais de seis meses afastado do circuito por lesão ou cirurgia - e o brasileiro passa a ser o 30º da classificação. O anúncio, feito através de carta documento, serviu como um alívio para Guga, que pela manhã havia registrado sua maior queda desde 1997, perdeu 30 lugares, e foi para o 90º posto.O ranking de proteção poderá ser usado a partir da próxima semana e servirá apenas para Guga entrar nos torneios, sem necessidade de qualifying ou wild card (convite). Não servirá, porém, para colocá-lo como cabeça de chave e na lista semanal da ATP, seu nome continuará aparecendo por volta dos 90. Tanto é que em 30º lugar encontra-se o alemão Nicolas Kiefer."Este ranking de proteção é mais uma carta na manga", disse Guga, que está treinando em Santa Catarina e preparando sua volta para 4 de abril em Valência, na Espanha. "Na verdade esta 30ª posição servirá para entrar direto nos Masters Series, pois tanto nos Grand Slams, como torneios da ATP poderia entrar como 90." A validade deste recurso é de nove meses ou nove torneios. Neste período, Guga praticamente não tem pontos para defender, com exceção de Roland Garros do ano passado. Assim, o tenista brasileiro poderá alcançar seu objetivo de colocar-se entre os líderes , como confessou em recente entrevista no Brasil Open, na Costa do Sauípe.Enquanto isso, Ricardo Mello manteve o 54º lugar, depois de ter sido eliminado na primeira rodada do ATP Tour de Acapulco.Flávio Saretta continua caindo e foi para 135, com André Sá em 157.Na liderança do ranking mundial, em fase impressionante, Roger Federer conquistou domingo o terceiro título do ano, em Dubai - venceu também em Roterdá e Doha - e assumiu também a liderança da corrida dos campeões, que deixou escapar por algumas semanas para o russo Marat Safin, após o Aberto da Austrália.CBT - Seis funcionários demitidos pela nova gestão da CBT convocaram entrevista coletiva no Sindiesporte para denunciar questões trabalhistas. Como explicou Rogério Fogaça, que trabalhou por 17 anos no departamento técnico da entidade, ele ficou por 10 anos - durante toda a getão de Nelson Nastas - sem o recolhimento do FGTS. Ele reclama também de não ter recebido seus direitos trabalhistas. Há vários outros casos de funcionários que estão há anos sem recolhimentos, embora tenham sido descontados em folha.

Agencia Estado,

28 de fevereiro de 2005 | 18h24

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