Divulgação
Divulgação

Rio Open mira sede olímpica para torneio de 2017

Competição será disputada em 2014 no Jockey Club Brasileiro, mas organizadores querem utilizar estrutura dos Jogos de 2016

Amanda Romanelli, O Estado de S. Paulo

13 de outubro de 2013 | 07h31

SÃO PAULO - Ao conquistar a data que era de Memphis e se tornar o único ATP 500 a ser realizado na América do Sul, o Rio Open também pretende ter uma relação bastante estreita com a Olimpíada de 2016. Tanto que a expectativa dos organizadores é de transferir a sede da competição – em seu primeiro ano, garantida no Jockey Club Brasileiro –, para o Centro de Tênis que será construído no Parque Olímpico da Barra da Tijuca.

 

Segundo Márcia Casz, vice-presidente de esportes da IMX, promotora do Rio Open, as negociações estão em andamento para o torneio utilize o espaço a partir de 2017 ou, até mesmo, seja o evento-teste dos Jogos Olímpicos. "Temos total interesse (em usar a sede olímpica), o Comitê Olímpico Brasileiro também. Estamos em processo de conversas, porque ainda precisamos saber quem vai gerenciar a arena. Mas (levar o Rio Open para o local) é o nosso objetivo, seria um legado dos Jogos."

 

O fato de o Rio ser a sede da próxima Olimpíada foi um dos fatores, na opinião de Márcia, que pesaram a favor da escolha da cidade brasileira para receber um dos 11 ATPs 500. "Não só a Olimpíada, mas também a cidade. Os atletas estão muito ansiosos para conhecer o Rio", afirma a executiva. Além da alta pontuação, o torneio dará R$ 1,5 milhão em prêmios. Além de Rafael Nadal, o espanhol David Ferrer também está confirmado. Dentre os brasileiros, jogarão Thomaz Bellucci, os duplistas Bruno Soares, Marcelo Melo e André Sá.

 

O Rio Open, aliás, não receberá apenas o torneio masculino, mas um WTA International. Não há nomes estrangeiros confirmados, mas a número 1 do Brasil e 88 do mundo, Teliana Pereira, estará na competição.

 

PREÇOS ACESSÍVEIS

Os ingressos para o torneio serão vendidos a partir de novembro, mas os preços estão ainda em fase de definição. O que Márcia diz é que os valores serão acessíveis. "Para nós, o sucesso do evento é ter as quadras cheias. Queremos dar a oportunidade para todos", diz, acenando com valores não acima de R$ 400 e de até R$ 15. O Rio Open terá cinco quadras. A central, com capacidade de 6.200 torcedores, e a quadra 1, para 1.100 pessoas.

Tudo o que sabemos sobre:
tênisRafael NadalRio OpenRio 2016

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.