Reprodução/Instagram Australia Open
Reprodução/Instagram Australia Open

Roger Federer pede a união de ATP e WTA durante período de pandemia do coronavírus

'Não falo para unirmos as competições em quadra, mas apenas unir os organismos que governam os circuitos masculino e feminino', disse o tenista suíço

Redação, O Estado de S.Paulo

22 de abril de 2020 | 11h02

Roger Federer continua bastante ativo nas redes sociais durante o período de pandemia do coronavírus. Nesta quarta-feira, o tenista suíço defendeu a união da ATP e WTA, organizações que dirigem o tênis masculino e feminino, respectivamente, neste momento em que as disputas estão paralisadas.

"Sou o único que acredita que este é um momento para que os tenistas, homens e mulheres, se unam e saiam disso juntos?", perguntou o ganhador de 20 torneios de Grand Slam. "Não falo para unirmos as competições em quadra, mas apenas unir os organismos que governam os circuitos masculino e feminino."

A proposta de Federer teve o apoio de vários jogadores, como o australiano Nick Kyrgios, que deixou seu comentário na internet. "Estou de acordo com você. É muito confuso para os fãs quando há diferentes sistemas de classificação, diferentes sites e diferentes categorias de torneios."

A ideia de Federer surge após ATP, WTA, ITF (Federação Internacional de Tênis), organizadores dos quatro torneios de Grand Slam e vários jogadores terem se unido com a intenção de criar um fundo de US$ 6 milhões (cerca de R$ 32 milhões) para ajudar atletas colocados em posições baixas do ranking mundial.

Federer tem usado as redes sociais para passar mensagens de otimismo para os fãs e apresentado desafios a seus fãs, além de realizar treinos debaixo de neve.

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