Michel Euler/AP
Michel Euler/AP

Roland Garros pede teste negativo de covid-19 e terá maior público na segunda semana

Em seus primeiros dias, Grand Slam receberá pouco mais de cinco mil pessoas; torneio começa em 30 de maio

Redação, Estadão Conteúdo

12 de maio de 2021 | 09h48

A Federação Francesa de Tênis (FFT, na sigla em francês) e o diretor de Roland Garros, Guy Forget, anunciaram nesta quarta-feira a capacidade de público durante o Grand Slam, em Paris, que começará no próximo dia 30, e informaram que será preciso que o torcedor apresente um teste negativo de covid-19 para acompanhar os jogos no complexo de quadras.

O público na primeira semana do torneio será de 5.388 pessoas por dia e na segunda semana aumentará para 13.146. A rodada noturna terá apenas um dia com presença de público, no dia 9, uma quarta-feira, com a presença de cinco mil pessoas. Isso por conta do toque de recolher imposto pela prefeitura de Paris que fará com que a organização do torneio tenha que fechar seus portões.

"Jogadores estão acostumados a jogarem sem público. Fizeram isso no Abertos dos Estados Unidos, da Austrália, jogadores precisam se adaptar. Ano passado Nadal se ajustou às bolas, ao clima, à partida tarde contra (o italiano) Jannik Sinner. Será um dos charmes as sessões noturnas", disse Forget.

A organização permitirá público de outros países desde que apresentem testes negativos de PCR para a covid-19, vacinação ou certificado de remissão.

Além disso, foi informado que a premiação será menor do que na última temporada. Ela ficará em torno dos 34 milhões de euros (R$ 216,2 milhões na cotação atual) - uma queda em relação a 2020, que teve 42,6 milhões de euros (R$ 270,8 milhões). A premiação da primeira rodada será de 60 mil euros (R$ 381,5 mil). "Somos o Grand Slam com a menor diferença do campeão e do perdedor da primeira rodada", completou Forget.

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