Chris Symes/AP
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Serena Williams bate compatriota em Auckland e conquista 1º título após 3 anos

Multicampeã norte-americana luta para retomar a boa fase depois de ser mãe, em 2017

Redação, Estadão Conteúdo

12 de janeiro de 2020 | 10h38

Serena Williams voltou a conquistar um título após três anos. A multicampeã norte-americana derrotou a compatriota Jessica Pegula por 6/3 e 6/4 e levou o título do Torneio de Auckland, na Nova Zelândia.

A última conquista de Serena havia sido o Austrália Open, em janeiro de 2017. Em setembro daquele ano, ela se tornou mãe e se afastou do tênis. Encarou uma depressão pós-parto e acumulou cinco vice-campeonatos, sendo quatro deles em Grand Slam.

Depois de muito lutar, a tenista de 38 anos, ex-número 1 do mundo e atualmente na décima posição do ranking da WTA, voltou ao topo e conseguiu seu primeiro título após ser mãe. Ela celebrou o título com a filha Alexis Olympia no colo e fez elogios à sua oponente na final.

"Eu me sinto bem. Já fazia muito tempo. Eu acho que dá para ver o alívio em meu rosto", afirmou Serena após o triunfo. "Eu tive uma oponente incrível hoje com a Jessica e, honestamente, foi uma grande partida. Não poderia ter jogado contra ninguém melhor na final", completou.

Serena doou sua premiação de US$ 43 mil (R$ 176 mil) para a campanha de arrecadação de fundos às vítimas dos incêndios na Austrália, assim como fez outros esportistas e tenistas como Novak Djokovic e Maria Sharapova.

Serena voltou à quadra pouco tempo depois para jogar as duplas e não teve o mesmo sucesso. Ela e a dinamarquesa Caroline Wozniacki, que está se despedindo do tênis aos 29 anos, foram derrotadas pelas norte-americanas Asia Muhammad e Taylor Townsend por 2 sets a 0, duplo 6/4.

BRISBANE

No Torneio de Brisbane, na Austrália, o título ficou com a checa Karolina Pliskova. A tenista número 2 do mundo superou na final a norte-americana Madison Keys por 2 a 1, com parciais de 6/4, 4/6 e 7/5 em 2h07 de partida, para levantar a taça.

A partida, como mostram as parciais, foi equilibrada e se tornou uma batalha, que acabou vencida por Pliskova porque a checa soube aproveitar as quebras que teve à sua disposição. Ela se tornou tricampeã do torneio, uma vez que já havia vencido em 2017 e 2019, e conquistou o seu 16º título de WTA na carreira.

Nas duplas, a tcheca Barbora Strycova e a taiwanesa Su-Wei Hsieh levaram o troféu. Na final, elas venceram a australiana Ashleigh Barty, número 1 do mundo no ranking de simples, e a holandesa Kiki Bertens, nona colocada, de virada, por 2 a 1 - parciais de 3/6, 7/6 (9/7) e 10/8.

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