John G. Mabanglo/EFE
John G. Mabanglo/EFE

Serena Williams pede desculpas a juíza por atitude no US Open

Norte-americana reconheceu seu 'comportamento desapropriado', na derrota para Kim Clijsters, na semifinal

Agencia Estado

14 de setembro de 2009 | 15h06

A norte-americana Serena Williams pediu desculpas publicamente à juíza de linha de sua derrota para a belga Kim Clijsters, nas semifinais do US Open, por causa das ameaças feitas durante o confronto. Serena, que foi multada em US$ 10 mil (aproximadamente R$ 18 mil) pela atitude considerada como "conduta antidesportiva", fez questão de se retratar nesta segunda-feira.

Veja também:

linkIrmãs Williams são campeãs em duplas

linkSerena Williams é multada por ameaçar juíza

especial US OPEN - Leia mais sobre o torneio

especial QUIZ - Responda às perguntas sobre o US Open

especial INFOGRÁFICO - Saiba tudo sobre o torneio

"Eu gostaria de alterar minha declaração de ontem [domingo] e queria tornar as coisas as mais transparentes possíveis. Eu quero pedir desculpas primeiramente à juíza de linha, a Kim Clijsters, à USTA (Associação norte-americana de tênis) e aos fãs de tênis de todos os cantos por meu comportamento inapropriado. Sou uma mulher de grande orgulho, fé e integridade, e admito quando estou errada", disse Serena em seu site oficial.

Durante as semifinais do US Open, Serena perdeu o controle no último game da partida, com uma marcação de dupla falta. A norte-americana não aceitou a decisão e se dirigiu aos berros à juíza de linha. Por causa da atitude, ela recebeu uma advertência, e como já tinha sido advertida por quebrar a raquete no primeiro set, perdeu o ponto para a belga, que fechou o jogo.

Após o incidente, Serena Williams negou-se a pedir desculpas, disse que não a maltratou a juíza e ainda afirmou que várias pessoas costumam gritar com os árbitros de linha. Com isso, o comportamento da tenista será novamente investigado pela WTA (Associação Feminina de Tênis), e uma nova punição não é descartada pela entidade.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.