Sorteio deixa Acioly frustrado

O capitão da equipe brasileira na Copa Davis, Ricardo Acioly, recebeu com certa frustração o resultado do sorteio da primeira rodada do Grupo Mundial em 2003, em fevereiro, em que o Brasil vai enfrentar a Suécia, na casa do adversário. ?Não é a melhor das composições, mas já sabíamos que existia essa possibilidade. Será um desafio para os meninos", afirmou o capitão.Para Acioly, as condições são desfavoráveis, a começar pelo piso, que deverá ser o rápido em quadra coberta, o mesmo escolhido pela República Tcheca no ínicio deste ano, quando o Brasil perdeu por 4 a 1. "Jogar fora de casa, longe da nossa torcida também é um ponto negativo", disse. "Mas temos que ponderar que o nossos meninos estão jogando um tênis de alto nível agora", salientou."Além do Guga e do Fino (Fernando Meligeni), o Sá e Saretta estão ?botando? a cara nos outros pisos. Acho que poderemos surpreender. Como já tinha dito anteriormente, durante o confronto com o Canadá, pela primeira vez temos à disposição quatro caras que podem fazer a diferença", avisou Acioly.O capitão também fez uma análise do possível time sueco. "Eles têm o Thomas Johansson, o melhor jogador ranqueado deles, 16º do mundo; o Thomas Enqvist, nº 28, e Jonas Bjorkman, que é um bom duplista", contou. "O quarto jogador poderá ser o Magnus Larsson, que apesar de não ter jogado a Davis este ano, por estar machucado, é um jogador experiente e poderá compor a dupla com o Bjorkman. Mas eles também têm dois tenistas que estão entre os 200 do mundo e que aparecem como boa opção, o Bjorn Rehnquist e o Robin Soderling", avaliou.Caso Brasil passe pela Suécia, seu próximo adversário sairá do confronto entre Austrália e Inglaterra.

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