Fabio Motta/Estadão
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Teliana Pereira mostra confiança antes de enfrentar favorita no Rio Open

Para chegar à decisão do torneio, brasileira terá de passar pela checa Klara Zakopalova

Marcio Dolzan, Agência Estado

21 de fevereiro de 2014 | 16h57

RIO - A vitória por 2 sets a 0 sobre a romena Irina-Camelia Begu colocou a pernambucana Teliana Pereira próxima de alcançar sua melhor marca na carreira. Neste sábado ela entrará na quadra central do Rio Open em busca de sua primeira final em uma competição da WTA. Mas, para chegar à decisão de domingo, ela terá que passar pela checa Klara Zakopalova, número 35 do ranking mundial e principal cabeça de chave do torneio.

Apesar do desafio, Teliana está confiante. A tenista venceu suas três partidas na competição sem perder um único set e, mesmo sem nunca ter enfrentado Zakopalova, demonstrou ter conhecimento da adversária.

"Amanhã eu tenho que jogar igual eu joguei hoje, variando bastante a altura das bolas, porque ela joga muito reto. Acho que o mais importante vai ser eu ser bastante agressiva, variar, usar as (bolas) curtinhas porque eu sei que ela não se mexe muito bem", afirmou Teliana.

Mesmo jogando com a torcida a seu favor, a brasileira considera que a checa é a favorita para o confronto. "Ela é a cabeça de chave número 1, então eu tenho que entrar na quadra, dar o meu máximo e jogar cada dia mais solta. Hoje eu acho que teve vários momentos, especialmente no início do jogo, em que eu não estava conseguindo achar o meu ritmo. Amanhã vai ser importante estar bem do começo ao fim, porque ela é uma jogadora muito perigosa", avaliou.

Teliana disse ainda que o pouco tempo de descanso entre o jogo válido pelas quartas de final - disputado no fim da tarde de quinta-feira - e a partida contra a romena prejudicou seu desempenho.

"Eu senti um pouquinho por ter menos tempo para me recuperar. Ontem, depois do jogo, eu fiz banheira de gelo e trabalhei com fisioterapeuta. À noite não foi muito fácil, não consegui relaxar muito bem, porque o jogo foi muito emocionante e eu não consegui me soltar, me desligar", afirmou.

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