Mercedes exibe temor com a Red Bull e diz que precisará ser impecável na Hungria

Dominante na categoria, equipe tem dificuldades em Hungaroring

Estadão Conteúdo

18 de julho de 2016 | 11h06

Dominante na Fórmula 1 desde 2014, a Mercedes tem o GP da Hungria como seu "calcanhar de Aquiles" nesse período, tanto que não venceu a prova nos últimos dois anos. Preocupada em reverter esse recente retrospecto negativo, a equipe sabe que não pode cometer erros no próximo fim de semana no Hungaroring. Além disso, Toto Wolff, o chefe da Mercedes, exibiu preocupação com a concorrência da Red Bull para a 11ª prova da atual temporada.

"Este circuito não tem sido bom para nós ao longo dos últimos dois anos e beneficia os pontos fortes dos nossos rivais", comentou Wolff. "A Red Bull, por exemplo, é um carro que funciona bem onde a alta resistência não é penalizada, tanto quanto em outros tipos de circuito. Assim, em condições de pista molhada e em circuitos de baixa velocidade, como o Hungaroring, eles são uma das principais ameaças. Teremos de ser impecáveis para sair por cima nesta pista", acrescentou.

A Red Bull realmente exibiu força nas duas últimas temporadas na Hungria tanto que venceu a prova de 2014 com Daniel Ricciardo e colocou dois pilotos no pódio em 2015, o russo Daniil Kvyat e o australiano, quando a vitória ficou com o alemão Sebastian Vettel, da Ferrari.

E a prova será realizada em um momento de acirramento da disputa pela liderança do Mundial entre os pilotos da Mercedes, pois o alemão Nico Rosberg tem apenas um ponto de vantagem para o inglês Lewis Hamilton.

"Também estamos agora entrando em um período onde as coisas são ainda mais complicadas, com algumas grandes decisões a serem tomadas", disse Wolff. "Toda semana temos de analisar o quanto de recursos colocaremos no projeto 2017, mas isso é um equilíbrio difícil", afirmou.

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