Acordo prevê redução de gastos na F-1, mas exclui teto

Comunicado da FIA diz que as equipes se comprometem a reduzir gastos para níveis dos anos 90

Agência Estado

24 de junho de 2009 | 13h49

PARIS - As equipes da Fota conseguiram seus dois principais objetivos na disputa política com a Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Além de o presidente Max Mosley não concorrer à reeleição, o teto orçamentário - pivô de toda a briga nos bastidores da Fórmula 1 - não será instituído na categoria.

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Em nota oficial divulgada nesta quarta-feira, a FIA informa que as equipes assumiram um compromisso de reduzir os gastos, mas não cita valores ou limitações. O teto orçamentário proposto era de 40 milhões de libras (cerca de R$ 130 milhões). "Como parte deste acordo, as equipes irão, dentro de dois anos, reduzir seus custos de competição para o nível do início dos anos 90.", explica a entidade.

Não há, em todo o comunicado da FIA, uma única menção a limites de orçamento. Entre as medidas que devem ser sugeridas para reduzir os gastos nos próximos anos estão o fim do reabastecimento e a padronização de parte dos componentes. Ainda não está claro, contudo, se alguma dessas mudanças será implementada já na próxima temporada.

A federação informou, também, que as equipes comandadas por montadoras concordaram em dar auxílio técnico às estreantes Campos, USF1 e Manor. A nota esclarece, ainda, que todas as integrantes da Fota assinaram um compromisso de permanência na categoria até 2012.

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