Lluis Gene / AFP
Lluis Gene / AFP

Alonso diz que vai definir futuro após decisão da McLaren sobre motor

Piloto espanhol já declarou publicamente seu descontentamento com sua atual equipe

Estadão Conteúdo

14 de setembro de 2017 | 14h21

Insatisfeito com sua situação na McLaren, por estar fora da briga por vitórias na Fórmula 1, o piloto espanhol Fernando Alonso afirmou nesta quinta-feira que vai definir o seu futuro no automobilismo depois que a equipe decidir sobre seu fornecedor de motor para a temporada 2018.

Rumores nas últimas semanas apontam que a McLaren deve anunciar no fim de semana, durante o GP de Cingapura, o fim da parceria com a Honda. E, em seguida, confirmará acordo com a Renault para as próximas temporadas. A parceria com a fornecedora japonesa, que teve início em 2015, não trouxe os resultados esperados nos últimos campeonatos e gerou clara insatisfação por parte dos pilotos, principalmente Alonso.

"Vou esperar, quero dar a minha equipe, com a qual tivemos dificuldades nos últimos anos, tempo para eles tomarem as decisões", afirmou o bicampeão mundial, nesta quinta. "Quero me manter leal a eles e não quero tomar qualquer decisão sem antes eles tomarem a decisão deles [sobre o fornecedor de motor]."

Alonso fez questão de destacar que sua prioridade é permanecer na Fórmula 1. Mas ressaltou que quer brigar por vitórias. "Independente de onde correrei no próximo ano, quero lutar por vitórias. Não quero estar no Top 10 ou Top 15 em nenhuma categoria que puder disputar. Há muitas opções que estou estudando. Mas a F-1 é minha primeira e única prioridade."

Nesta temporada, Alonso chegou a se afastar temporariamente da categoria para disputar a tradicional 500 Milhas de Indianápolis, da Fórmula Indy. Para competir nos Estados Unidos, com um carro da McLaren, ele perdeu o GP de Mônaco, um dos mais tradicionais do calendário da F-1.

Tudo o que sabemos sobre:
Fernando AlonsoFórmula 1Mclaren

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.