Alonso reforça que acredita em ascensão da Renault

Espanhol, porém, diz que isso acontecerá ao longo da temporada, e não nesta estréia no GP da Austrália

Ansa

13 de março de 2008 | 12h17

Dias antes da primeira corrida da temporada 2008, que acontece neste domingo na Austrália, o espanhol Fernando Alonso admitiu que retornar à Renault, após um ano atribulado na McLaren, é um retrocesso. Mas ele está seguro de que a escuderia que o levou ao bicampeonato em 2005 e 2006 o ajudará a voltar a brilhar nas pistas da Fórmula 1.Veja também:Pilotos e equipes da temporada 2008 da F-1Calendário e os circuitos da atual temporada da F-1 A expectativa para o GP da Austrália Blog do Livio: mais informações sobre a Fórmula 1 Reginaldo Leme e Livio Oricchio projetam 2008"Não possuímos um carro para vencer de imediato, mas podemos crescer muito", disse o piloto durante uma coletiva de imprensa. "Não há grandes diferenças com relação a dois anos atrás. As pessoas são as mesmas. Fizemos um bom trabalho e me sinto bem. Todos temos os mesmos objetivos. Devemos apenas entender em que posição estamos. Com exceção da Ferrari e da McLaren, nós temos uma batalha contra as outras escuderias. Veremos nas qualificações".A abolição por parte da FIA do controle da tração não o impressiona. "Esperava mais problemas, mas acredito que isso dependerá dos circuitos. Por exemplo, será importante em Mônaco. Pelo que eu me lembre, não mudei o meu estilo de dirigir", refletiu.Segundo o novo regulamento, anunciado pela FIA no ano passado, "nenhum carro pode ser equipado com um sistema ou aparelho capaz de prevenir que a roda gire em falso, ou compense a aceleração excessiva imposta pelo piloto".Alonso evitou entrar em polêmicas relacionadas ao seu ex-colega Lewis Hamilton, a quem cumprimentou de mau grado na coletiva de imprensa. "Não é mais um colega, mas um adversário A cada ano, o campeonato apresenta diferenças novas. A situação com Nelson Piquet (novo companheiro de escuderia de Alonso) é a mesma pela qual passei no ano passado com a McLaren, mas com ele não tenho nenhum problema", conclui. 

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