Maxim Shemetov/Reuters
Maxim Shemetov/Reuters

Após 14 anos, Fórmula 1 volta a Ímola para a disputa do GP da Emília Romagna

Etapa pode ser histórica para a Mercedes; escuderia está prestes a conquistar seu sétimo título consecutivo e Lewis entrar para a história

Redação, O Estado de S.Paulo

30 de outubro de 2020 | 10h47

A Fórmula 1 volta a cidade de Ímola, na Itália neste domingo, 1ª de novembro, após 14 anos. O tradicional Grande Prêmio, palco do trágico acidente que tirou a vida de Aryton Senna, em 1994, no entanto, não será mais batizado de San Marino. Agora, ele passa a ser chamado de GP da Emília Romagna, em referência à localização, na Itália. A presença da F-1 em Ímola, a princípio, estava fora dos planos da Fia. A prova foi remanejada para a cidade em decorrência da pandemia da covid-19, responsável por cancelar uma série de etapas da competição. O fim de semana, contudo, será diferente.

As duas sessões de treinos livres desta sexta-feira não acontecerão.

Ao invés das tradicionais quatro horas de preparação em pista, os competidores terão 1 hora e 30 minutos de treino, que acontece no sábado.  O tempo de deslocamento dos pilotos e suas equipes, de Portimão, em Portugal, para Ímola, na Itália, foi o responsável pela mudança. A F-1 aproveita essa intercorrência para fazer um teste. A entidade pretende, no futuro, reduzir o tempo de evento dos GPs, como acontecerá neste fim de semana, para acrescentar mais provas em seu calendário. E esse é um formato que agrada. 

O GP da Emília Romagna pode se tornar histórico para a Mercedes, equipe de Lewis Hamilton. A escuderia, que estreia em Ímola, pode conquistar seu sétimo título consecutivo, algo jamais visto na F-1. Para que isso seja possível, os alemães devem fazer ao menos 176 pontos. Lewis também caminha para fazer história e ganhar mais um Mundial.

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