Jonh Thys / AFP
Jonh Thys / AFP

Após acidente na Bélgica, Hulkenberg defende halo: 'Não sou fã, mas é seguro'

Piloto foi considerado culpado pela ocorrência em Spa-Francorchamps e perderá 10 posições no grid da próxima corrida

Estadão Conteúdo

30 Agosto 2018 | 12h22

Protagonista de um acidente no GP da Bélgica, no domingo passado, que poderia ter tido consequências mais graves, o alemão Nico Hulkenberg declarou nesta quinta-feira que se rendeu ao halo e reconheceu que o equipamento acoplado ao cockpit do piloto, introduzido nesta temporada da Fórmula 1, foi vital para proteger o francês Charles Leclerc em Spa-Francorchamps.

"Não sou muito fã do halo, mas depois do que se passou tenho que reconhecer que é seguro. Tenho sentimentos diversos", afirmou o piloto da Renault em entrevista coletiva, nesta quinta-feira, no circuito de Monza, onde neste final de semana será disputado o GP da Itália, a 14.ª de 21 etapas da temporada de 2018 da Fórmula 1.

No último domingo, logo após a largada para o GP da Bélgica, o carro de Fernando Alonso, da McLaren, voou após ser tocado por ,trás. A confusão foi causada por Nico Hulkenberg, que perdeu a freada e tocou o carro do espanhol. Alonso não conseguiu segurar a sua McLaren e voou por cima da Sauber do francês Charles Leclerc em imagem incrível logo na primeira curva.

"(O halo) Mostrou ser muito útil e só podemos especular o que poderia ter acontecido (sem ele). Mas no halo (da Sauber de Leclerc) se pôde ver as marcas dos pneus (co carro de Alonso). Ele pode salvar as cabeças dos pilotos", completou Hulkenberg sobre o ocorrido na corrida passada.

Como punição por ter sido considerado culpado pelo acidente em Spa-Francorchamps, o piloto da Renault vai perder 10 posições no grid de largada do GP da Itália.

 

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