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Após deixar São Paulo, Fórmula Indy terá etapa em Brasília em 2015

Indy terá corridas na capital federal até 2019 no Autódromo Internacional Nelson Piquet

AE, Agência Estado

21 de março de 2014 | 19h21

BRASÍLIA - A Fórmula Indy voltará a ser disputada no Brasil em 2015. Desta vez, a etapa vai ser realizada em Brasília, após acordo firmado nesta sexta-feira entre a direção da categoria, o Governo do Distrito Federal e a Band, que detêm os direitos de organização e transmissão em TV aberta e fechada no Brasil.

A etapa, disputada em São Paulo entre 2010 e 2013, está marcada para o dia 8 de março de 2015. Pelo novo contrato, a Indy terá corridas em Brasília até 2019 no Autódromo Internacional Nelson Piquet, com data semelhantes.

"Trabalhamos diuturnamente com vistas à promoção turística e à divulgação do Distrito Federal. Essa é, certamente, uma conquista não só de Brasília e dos brasilienses, mas de todos os apaixonados pelas competições automotivas no Brasil e no mundo", disse o governador Agnelo Queiroz.

O retorno da Indy ao Brasil será possível graças à disposição do Governo do Distrito Federal em custear às adaptações do circuito às exigências da categoria, incluindo a reforma na infraestrutura e as medidas de segurança. A estimativa inicial é de que o custo alcance R$ 150 milhões.

A etapa deixou São Paulo neste ano porque o prefeito Fernando Haddad desistiu de aplicar R$ 30 milhões para bancar a prova de rua no Anhembi, como aconteceu nos anos anteriores - a categoria também passou pelo Rio de Janeiro, no oval de Jacarepaguá, entre 1996 e 2000.

O apoio do Governo do Distrito Federal chegou em boa hora para a Bandeirantes, que havia decidido não realizar a corrida no Brasil neste ano por contenção de custos. Sem a prova em solo brasileiro, a direção da Indy ameaçava acionar o canal de TV na Justiça. Agora o imbróglio judicial deve ser extinto.

A confirmação da corrida em Brasília acontece apenas dois meses depois que o Governo do Distrito Federal cancelou a prova da MotoGP que seria realizada no mesmo autódromo, em setembro deste ano.

Na ocasião, o governo alegou que não haveria "tempo hábil" para o circuito ser reformado de acordo com as exigências da Federação Internacional de Motociclismo (FIM), mas informou que os trabalhos seguiriam no autódromo com o objetivo de sediar uma etapa da MotoGP em 2015.

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