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Após escândalo da Renault, Briatore é banido da Fórmula 1

Ex-dirigente da escuderia foi considerado o principal culpado de ter fabricado o resultado em Cingapura

21 de setembro de 2009 | 09h30

SÃO PAULO - O ex-dirigente da Renault, Flávio Briatore, foi banido da Fórmula 1 nesta segunda-feira após o escândalo envolvendo a escuderia francesa no GP de Cingapura do ano passado. Já a equipe foi punida com uma suspensão de dois anos, mas não terá que cumprir a pena, a não ser que cometa outra infração neste período.

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No julgamento realizado pelo Conselho Mundial da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), o brasileiro Nelsinho Piquet, que confessou ter batido o seu carro de propósito após um pedido de Briatore, foi beneficiado pelo sistema de delação premiada e se livrou de qualquer tipo de punição, assim como o espanhol Fernando Alonso, principal beneficiado com a farsa, já que acabou vencendo a corrida na ocasião.

Outro que recebeu uma pena dura foi o ex-diretor de engenharia da Renault, Pat Symonds, suspenso por cinco anos da principal categoria do automobilismo mundial.

Durante a audiência, a Renault desculpou-se pelo ocorrido. "Assumimos a completa responsabilidade pelo que aconteceu, e espero que passemos por melhores dias no futuro", disse Bernard Rey, presidente da operação da Renault na Fórmula 1. Todos os envolvidos prestaram depoimento nesta segunda em Paris.

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