Após escândalo, presidente da FIA não deve ir ao Bahrein

Max Mosley é acusado de participar de orgia e, para evitar problemas, deve ficar na Inglaterra neste domingo

Agência Estado

01 de abril de 2008 | 11h13

Envolvido em um escândalo sexual publicado pela imprensa inglesa o presidente da FIA, Max Mosley, não deve ir ao GP do Bahrein, terceira etapa do Mundial de Fórmula 1, que será disputado no próximo domingo.No domingo, o tablóide sensacionalista News of the World publicou um vídeo em que um homem - supostamente Mosley - participava do que a publicação chamou de "orgia sadomasoquista com temas nazistas" com cinco mulheres que, ainda de acordo com o jornal, são prostitutas.Um porta-voz da FIA afirmou que, devido à ampla repercussão do caso, o dirigente ainda não confirmou se ficará na Inglaterra ou irá ao Oriente Médio. "Ele originalmente planejava ir à corrida, mas no momento está indisponível devido às reuniões com advogados, então não sabemos de seus planos.Para Bernie Ecclestone, diretor comercial da Fórmula 1 e amigo de Mosley, é melhor que o dirigente não vá ao circuito de Sakhir. "Ele não devia ir, não é? O problema é que, caso ele vá, todas as atenções da corrida serão voltadas para este caso, que, honestamente, diz respeito a ninguém", disse, em entrevista ao jornal The Times. 

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