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Após saída de Claire, Williams anuncia Simon Roberts como novo chefe de equipe

'É um momento emocionante pela frente, uma nova era e da qual estou animado em fazer parte', afirmou

Redação, Estadão Conteúdo

08 de setembro de 2020 | 11h11

Dois dias depois da última corrida - o GP da Itália, no circuito de Monza - com a participação da família Williams , que deixa a própria equipe de Fórmula 1 após a venda do time a um grupo de investidores americanos, a Williams Racing anunciou nesta terça-feira que Simon Roberts vai ser o chefe de equipe interino durante este período de transição, após o anúncio da saída de Claire Williams do cargo de vice-diretora.

"A Williams tem o prazer de anunciar que Simon Roberts se tornará o chefe de equipe em exercício durante este período de transição. Simon se juntou à equipe no início deste ano como diretor administrativo, tendo funções técnicas, operacionais e de planejamento da Fórmula 1", anunciou a equipe inglesa em uma comunicado oficial emitido nesta terça-feira.

Após mais de uma década trabalhando na indústria automotiva, Simon Roberts começou a sua carreira na Fórmula 1 no final de 2003, ingressando na McLaren como diretor de operações e gerente geral. Foi destacado para a Force India na temporada de 2009 e como COO, foi responsável por todas as operações da equipe desde o conceito até a pista. Em 2010, voltou para a McLaren como diretor de operações e membro de sua equipe executiva. Ele foi nomeado diretor de operações em 2017, com responsabilidade pelas operações de engenharia e fábrica, prosseguiu a nota.

O novo chefe de equipe da Williams falou sobre o seu novo desafio. "Estou muito contente de ser anunciado como chefe de equipe em exercício da Williams durante este período de transição. É um momento emocionante pela frente para a equipe, uma nova era para a Williams e da qual estou animado em fazer parte. Estou ansioso para o desafio que temos pela frente, pois buscamos levar a equipe de volta à frente do grid", comentou.

Apesar de ainda ser a segunda maior campeã da história da Fórmula 1, perdendo apenas para a Ferrari (16 a 8), a Williams amargou a vergonhosa lanterna das últimas duas temporadas e passou a ter grandes prejuízos financeiros.

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