François Lenoir/Reuters
François Lenoir/Reuters

Barrichello vibra com ultrapassagem e por diminuir diferença

Problema na embreagem e fogo no motor não preocupam o brasileiro, satisfeito por somar pontos na Bélgica

Livio Oricchio, Enviado Especial - O Estado de S. Paulo

30 de agosto de 2009 | 13h00

SPA - Perder a chance de vencer por um problema na embreagem e um vazamento de óleo - que o impediu de acelerar no final - não dominam o pensamento de Rubens Barrichello após o GP da Bélgica de Fórmula 1. Ele considera que foi positivo o fato de conseguir somar dois pontos e diminuir um pouco a diferença para o líder e companheiro Jenson Button, além da bonita ultrapassagem por Mark Webber.

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"A condição é positiva para o campeonato, seria inútil olhar negativamente por essa corrida. Tinha de aproveitar chance do Button não estar na corrida e tenho de usar isso para o meu melhor. Há duas semanas a diferença estava em 26 pontos, agora é 16. Poderia estar melhor, poderia. Mas é mais positiva do que negativa com tudo o que aconteceu, somando dois pontos", diz.

O positivismo em seu discurso vem também da empolgação pela ultrapassagem em Mark Webber, da Red Bull, a mais de 300 km por hora na 15.ª volta. "A ultrapassagem sobre o Webber foi uma das melhores da carreira, vinha a quase 300 km/h e tive de tirar do vácuo. Ali na hora, quando você consegue, vibra mesmo", discursa.

Barrichello acredita que o travamento da embreagem de seu BGP001 seja igual ao de Istambul. "Na largada o carro ficava patinando. A embreagem prendeu demais e entrou o anti estalo, e para recuperar não há Deus que ajude. Foi bem parecido com o da Turquia, entra o ponto morto e com toda aquela potência ter de fazer uma largada manual é difícil. Perdi ali a chance de chegar ao pódio", reconhece, sem detalhar o motivo - vai esperar a análise da equipe.

FOGO

Sobre o incêndio que atingiu o carro por causa do vazamento de óleo que começou a duas voltas do fim da corrida, ele e a Brawn GP só temem que tenha atingido a caixa de câmbio. "Não dá para saber do motor, ele só não volta a correr se o fogo afetou a parte interior. Eles (equipe) queriam saber se tinha afetado o câmbio, foi nossa primeira corrida com ele, tem de esperar."

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