Matt Dunham/AP
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Bernie Ecclestone nega F-1 dividida com limite orçamentário

'Acho que deixamos claro que isso não vai ocorrer. Todos estarão submetidos às mesmas regras', diz o chefão

EFE

18 de maio de 2009 | 12h03

LONDRES - O inglês Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da Fórmula 1, garantiu que a categoria não ficará dividida com a introdução do limite orçamentário para as equipes a partir de 2010.

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"O que mais preocupa a todos é o sistema de dois níveis, mas acho que deixamos claro que isso não vai ocorrer. Todos estarão submetidos às mesmas regras", comentou Ecclestone ao jornal Daily Mail.

Na última sexta, ele se reuniu com representantes da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e da Associação das Escuderias da Fórmula 1 (Fota) em Londres, mas não houve acordo.

As escuderias contrárias à limitação do orçamento de 45 milhões de euros, aprovado pela FIA, argumentam que abriria um precedente para duas competições distintas: uma para as equipes que aderirem ao corte, e outra para aquelas que quiserem gastar livremente.

Quem adotar o orçamento terá compensações técnicas, enquanto os outros temem ficar em clara desvantagem. A Ferrari ameaçou abandonar o Mundial se a regra entrar em vigor, assim como Renault, Toyota, Red Bull e Toro Rosso.

Após pedir calma, Ecclestone se mostrou convencido de que todas as escuderias disputarão o próximo Mundial. "Acredito que todas as equipes estarão no Mundial ano que vem", comentou.

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