Eric Gaillard / Reuters
Eric Gaillard / Reuters

Bottas lidera dobradinha da Mercedes no primeiro treino livre para o GP da França

Finlandês fez o melhor tempo, seguido do companheiro de equipe, o britânico Lewis Hamilton

Redação, O Estado de S.Paulo

18 de junho de 2021 | 08h19

A Fórmula 1 deu início nesta sexta-feira às atividades de pista do GP da França, a sétima etapa da temporada 2021, no circuito de Paul Ricard. Essa é a primeira de uma sequência de três provas em finais de semana seguidos e a Mercedes busca a reabilitação depois de péssimos resultados em Mônaco e em Baku, no Azerbaijão. A contar pelo que se viu na primeira sessão de treinos livres, o objetivo poderá ser alcançado.

A equipe alemã, heptacampeã mundial de construtores, liderou a sessão com seus dois carros. O finlandês Valtteri Bottas, com futuro incerto na Mercedes, foi o mais rápido ao marcar 1min33s448 em sua melhor das 24 voltas, feita com pneus macios, e superou em 0s335 o seu companheiro de equipe, o britânico Lewis Hamilton, que cravou 1min33s783.

Desta vez, a Red Bull se colocou como a segunda força ao menos neste primeiro treino livre. O holandês Max Verstappen, líder do Mundial de Pilotos, foi o terceiro mais rápido e ficou a 0s432 do tempo estabelecido por Bottas (1min33s880), enquanto que o mexicano Sergio Pérez, vencedor do GP do Azerbaijão, foi o quarto com 1min34s193.

O francês Esteban Ocon, de contrato renovado com a Alpine, foi um dos principais destaques. Correndo em casa, o piloto foi o quinto colocado, seguido pela McLaren do australiano Daniel Ricciardo. O espanhol Fernando Alonso, companheiro de equipe de Ocon, também foi bem e se posicionou em sétimo lugar, à frente da AlphaTauri do também francês Pierre Gasly. O britânico Lando Norris, com a outra McLaren, foi o nono, seguido pela AlphaTauri do japonês Yuki Tsunoda.

Além da expectativa sobre a Mercedes, o fim de semana em Paul Ricard marca também o ponto de introdução de importantes novas regras para a categoria, surgidas após duas polêmicas distintas. Primeiro com relação às asas traseiras, todas as equipes precisam cumprir com os novos testes de rigidez para evitar a flexibilização. Red Bull, Ferrari, Alpine e Alfa Romeo precisaram mexer na estrutura delas por conta disso.

Segundo é a pressão dos pneus, como consequência das investigações da Pirelli sobre os estouros de Verstappen e do canadense Lance Stroll em Baku. A empresa italiana confirmou que Red Bull e Aston Martin colocaram na pista pneus com pressão menor que a determinada, o que causa um risco à segurança e, a partir deste fim de semana, um novo regulamento entrará em vigor para evitar truques do tipo pelas equipes.

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