Brasileiros dominam o 1º dia na Indy

Os pilotos brasileiros dominaram o primeiro dia de treinos para o GP de Laguna Seca de Fórmula Indy. E o grande destaque acabou sendo Hélio Castro Neves, da Penske, que foi o melhor nas duas sessões livres desta sexta-feira e conseguiu ser meio segundo mais rápido que os demais.Depois de ter sido o primeiro colocado na primeira sessão, Helinho voltou a comandar a segundo treino livre, quando marcou o tempo de 1m08s338 ? o melhor do dia. No geral, o segundo lugar nesta sexta-feira foi do outro piloto da Penske, Gil de Ferran, que fez 1m09s345. A terceira posição também ficou com um brasileiro: Mauricio Gugelmin (PacWest), com 1m09s514.Faltando apenas três etapas para o final da temporada, incluindo esta em Laguna Seca, Helinho briga pelo título diretamente com Gil e o sueco Kenny Brack. Mas ele está em desvantagem: tem 133 pontos, 20 a menos que Brack e 30 atrás do seu companheiro de equipe. Por isso, não pode perder tempo. ?Estou andando no limite. O Gil até pode estar guardando alguma coisa para o treino que define o grid, mas eu não tenho tempo para ficar escondendo o jogo. Preciso tirar o máximo do carro, que está indo muito bem até agora?, avisa Helinho, que está louco para conseguir a pole em Laguna Seca e garantir mais um pontinho no campeonato.Neste sábado acontece mais um treino livre, das 14h às 15h15 (horário de Brasília), e depois, a partir das 17h45, tem a sessão que define o grid de largada. A prova, no domingo, começa às 18 horas e terá transmissão ao vivo da TV Record e da DirecTV.Além dos três primeiros lugares, outro brasileiro conseguiu um grande resultado nesta sexta-feira. Foi Roberto Moreno (Patrick), que fez o 5º melhor tempo, com 1m09s602. Cristiano da Matta (Newmann/Haas) foi o 11º, com 1m10s023, Bruno Junqueira (Ganassi) foi o 12º, com 1m10s129, Tony Kanaan (MoNunn) foi o 15º, com 1m10s189, Christian Fittipaldi foi o 22º, com 1m10s533, e Max Wilson (Arciero) fez apenas a 35ª marca do dia, com 1m11s389.

Agencia Estado,

12 de outubro de 2001 | 20h16

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.