Brasília receberá etapa da Indy e modernizará autódromo

Segundo a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal, obras no circuito podem custar em torno de R$ 300 milhões

Nivaldo Souza, Estadão Conteúdo

18 Setembro 2014 | 20h05

A realização da etapa brasileira da Fórmula Indy em Brasília, em março de 2015, poderá custar "algo em torno de R$ 300 milhões" ao governo local para reformas no Autódromo Internacional Nelson Piquet. As contas são da presidente da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Maruska Lima. "Não temos ainda o valor fechado", disse.

O orçamento informal é o dobro do estimado no início do ano pelo governador Agnelo Queiroz (PT) para reformar o autódromo, que foi construído em 1974 para a Fórmula 1.

A expectativa é de que o edital de licitação da reforma seja lançado em outubro, com a previsão de início das obras até dezembro. Entre as mudanças, estão previstas a construção de uma arquibancada adicional de seis mil lugares, a reformulação de parte da pista e a substituição do asfalto envelhecido. "O projeto de reforma será total. Isso inclui pista, paddock, centro médico, heliponto, tudo", disse Maruska.

Apesar do plano, a obra não ficará pronta a tempo da Fórmula Indy. A reforma completa do Nelson Piquet deve ocorrer de dois a três anos. Inicialmente haverá a entrega de parte das arquibancadas e da reformulação da pista para a Fórmula Indy.

O vice-presidente da Rede Bandeirantes, Marcelo Meira, informou que a empresa deve investir R$ 62 milhões na infraestrutura de organização e transmissão do evento. "Esperamos, já no primeiro ano, 80 mil pessoas nas arquibancadas. Em São Paulo, na última prova (em 2013), tivemos 45 mil pessoas de público", comparou.

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