Paulo Giandalia/Estadão
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Bruno Senna quer ficar na Williams, mas admite 'plano B'

Caso seja dispensado da equipe inglesa, Senna já tem uma alternativa

AE, Agência Estado

27 de novembro de 2012 | 16h37

SÃO PAULO - Dois dias depois de amargar uma decepcionante batida que o tirou do GP do Brasil de Fórmula 1 após a largada da prova, Bruno Senna afirmou nesta terça-feira, durante evento de um dos seus patrocinadores em São Paulo, que pretende seguir pilotando pela Williams em 2013, mas admitiu já estar negociando um possível "plano B" para o caso de ser dispensado pela escuderia inglesa.

Com 31 pontos, o brasileiro terminou o Mundial de F1 na 16.ª posição, logo atrás do seu companheiro de equipe, o venezuelano Pastor Maldonado, que somou 45, e agora admite que poderá perder o seu posto de piloto titular para Valtteri Bottas, hoje reserva da Williams. O finlandês participou com frequência de treinos livres das provas desta temporada e tem como trunfo o fato de ser gerenciado diretamente por Toto Wolff, acionista e diretor executivo da escuderia.

"Estamos na batalha mesmo. Assim que vimos que tinha uma tendência do Bottas na equipe, e a batalha está forte lá dentro, vimos que precisávamos de um plano B porque não dá para esperar até o final (do ano) para ver se vai ou não dar certo. No mundo ideal, gostaria de continuar na Williams, porque acredito que a continuidade é importante. Mas, se não tiver que ser ali, vai ser em outro lugar", admitiu o brasileiro.

Bruno Senna, porém, não perdeu a esperança de ser mantido como titular da Williams para 2013. "Estamos no páreo com o Bottas, mas, ao mesmo tempo, estou negociando com outros lugares para garantir uma vaga no ano que vem", disse o piloto, sem revelar com quais equipes estaria tratando uma possível transferência para a próxima temporada.

Já ao ser questionado sobre a possibilidade de ir correr na Fórmula Indy em caso de não conseguir permanecer na F1 como piloto titular, Bruno Senna disse que descartou a categoria norte-americana pelo fato de que familiares não aprovariam, entre eles principalmente a sua mãe, Viviane Senna, a sua participação em provas de circuitos ovais, normalmente muito velozes e perigosos.

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