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Castroneves feliz, após confortável retorno às corridas

'Eu acredito que me sinto uma pessoa melhor agora', ele resume, após seu retorno à F-Indy, com 7.º lugar

AP

20 de abril de 2009 | 16h09

Terminar em sétimo lugar não é algo que costuma fazer com que Hélio Castroneves comemore. Mas, no domingo em Long Beach, ele o fez simplesmente por ter disputado uma corrida. A colocação em que o duas vezes campeão das 500 milhas de Indianápolis terminou foi o menos importante.

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"Isto é demais", diz o brasileiro, que retornou à IndyCar após ser absolvido da acusação de evasão de impostos na última sexta-feira pelo Tribunal de Miami. Ele participou dos treinos livres com seu Penske n.º 3 no sábado, na primeira vez em que entrou nas pistas desde o fim da temporada de 2008 em outubro, na Austrália. Mas Castroneves, que voltou a sentir as emoções de um grande desafio, insistia em dizer que não estava nervoso.

"Eu dormi como um bebê na última noite", ele diz. "Eu me senti fiquei cansado no treino livre. Eu acho que minha mente finalmente estava se concentrando de que eu estava em Long Beach. Eu realmente estava me sentindo cansado e me sentia bem, dizia a mim mesmo 'eu vou dormir com um sorriso na cara'".

O grande desafio para Castroneves no domingo foi sua condição física. Ele disse que se sentiu todo travado e dolorido após os 90 minutos no sábado. "Eu estava bem hoje [domingo]", ele reclama. "Mas me sinto bem. Eu estava bem no começo, no ritmo da corrida. E aquilo era ótimo. Tudo aquilo realmente me fez me sentir bem por estar volta".

Ele até liderou três voltas na metade da corrida antes que uma inesperada bandeira amarela lhe custasse um disparo para um grande final. "Isto é interessante. O carro, os pneus, a estratégia... Mas aquela maldita amarela (bandeira)". "Eu tinha uma pequena chance por causa disso. Era uma oportunidade boa para um grande final. Mas sétimo é algo ótimo."

Castroneves, que não dirigia desde Outubro e passou por sete semanas preocupado com o julgamento, diz que a experiência trouxe aquilo que ele chama de medo. Mas ele acrescenta: "Eu estou admirando coisas que eu nunca admirava antes. Eu acredito que me sinto uma pessoa melhor hoje. E é justo que eu continue a correr".

Ele está confirmado no próximo GP da Indy, no Kansas, no próximo domingo.

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